quarta-feira, outubro 20, 2010

Meras palavras ditas por um mero miúdo.

Não sei o que quero para mim, para ti, para nós. Não sei o que dizer, o que fazer, o que ensinar nem o que aprender. Tu ensinaste-me à tua maneira, eu aprendi à minha.
Será essa a razão da infelicidade ? Não, não vale a pena arranjar desculpas. Aconteceu e está feito. Não há voltar atrás, a nossa fita está terminada, queimada e estão guardadas as cinzas. Ambos sabemos, nenhum admite. Chave do passado é o cofre do presente, momentos difíceis sem saber o que pensar.
Ouço o teu nome, mas tento manobrá-lo.
Afinal, és apenas mais uma - digo eu.
Não, não és. És a pessoa que me deu felicidade por entre as tristezas, os demais obstáculos e os existentes problemas. Fui orgulhoso por te ter, e sou orgulhoso por te ter tido. Tudo tem um fim, e o nosso chegou, com muita pena minha a nossa relação acabou. Não entristeço por ter acabado, fico feliz por ter acontecido

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Nelson Loureiro 20/10/2010

Beijinhos e abraços.

Who gives a damn?

O que faço aqui?

Ora meus amigos, é fácil!! Conto a minha vida, anexo umas imagens e sou o maior. Mas há dúvidas? Claro que não, aliás, é isso que todos os fazem. Soletram os dias da sua vida como se alguém se importasse, quando no fundo só querem ser compreendidos.

Pois é, refúgio para os mais fracos, passatempo para os mais glorificados.

Com isto tudo quero o quê? Nada. Só uso isto para ser mais um dos milhares de pseudos-escritores com a mania que sabem manobrar o português. Se eu sei? Claro que sim, melhor que uns, pior que outros... Como tudo na vida. E pronto, com isto encerro o que aparentemente não faz a minima lógica (e não é que não faz mesmo?) para vocês, mas o que faz ainda menos para mim. Limitei-me a escrever frases confusas e sem sentido enquanto vocês tentam percebe-las. Who cares?

  
Nelson Loureiro 20/10/2010






Beijinhos às primas.