sábado, dezembro 04, 2010

Tu que.

Mar repleto de indecisões; reflicto. Reflexão essa que me leva a querer que foi melhor assim... não.

Hemisférios opostos, ideias diversificadas. Quero pensar que sim, mas acho que não.

Olho ao espelho, não me reconheço. Tento formar uma explicação minimamente plausível, não consigo. Palavras inoportunas vindas a má hora, sentimento robusto encontrado nas palavras que te descrevem, positivas ou não. Batalha perdida sem vitoriosos, onde não há ninguém que se orgulhe do final. Sentimento destroçado sem capacidade de ser rejuvenescido, reformulado.

Reconsidero; Todas as minhas frases vão dar a ti, mas nenhuma é ideal. Falta de palavras capazes de descrever a incerteza, este impasse. Se te deixar sair, arrepender-me-ei por isso, se te forçar a permanecer, perder-me-ei na mágoa nunca ultrapassada.

Palavras bonitas ficaram por dizer, carinhos profundos ficaram por fazer. Oportunidades escassas de total entrega espiritual, onde as que houveram foram mal aproveitadas. Prazer físico evidente onde o sentimental ficou por ser demonstrado. Não me lamento por isso, não posso. Tu (...)

Parte do sentimento perdura, a ternura continua intocável, e por muito que isso me deixe melancólico, nunca conseguirei dizer : " Eu não te amo. "

Carinhos trocados, olhares sentidos. Embora tenha acabado, gosto de recordar o passado do qual me orgulho. Foste tu (...)

quinta-feira, dezembro 02, 2010

terça-feira, outubro 26, 2010

O derradeiro problema.

Cada vez me sinto mais intrigado com o racismo. Se há assim tantos racistas, talvez haja um ponto de vista positivo em que desconheço.
Após reflectir sobre o assunto, chego à conclusão que apenas as pessoas com uma inocência tremenda é que o são. Afinal, somos todos iguais. A nossa espécie é a mesma, e para terem noção do que o ser humano é capaz, somos o único ser do planeta que mata por prazer, que tem inveja, que tenta extorquir os outros com o único objectivo de lhes f*der a vida, o que é moralmente condenável, para além de prejudicar o próximo faz-lo para simplesmente se sentir melhor. Para que teimam em ser racistas, se sabem perfeitamente que não traz vantagens? Para que é que o ser humano é xenófobo mesmo sabendo que somos todos iguais?
Perguntas difíceis implicam respostas difíceis. O que não faz o mínimo sentido, porque eu, no meu ponto de vista, responderia que somos estúpidos a esse ponto, como disse, somos a única espécie que mata por prazer e isso só faz de nós a P-I-O-R espécie à face da terra.
Caso haja extraterrestres, especulo que sejam intelectualmente mais avançados, e faço uma vénia a isso, pois nós, Humanos, precisamos que alguém nos ensine a saber quem somos, porque somos, e onde estamos. É um dos maiores problemas sociais da actualidade, o que me revolta ainda mais, visto que é um absurdo tremendo ser-se assim tão estúpido.
O que faz de nós superiores ou inferiores aos negros? Porquê? Por terem um tom de pele mais escuro? Cá para mim vocês têm é ciumes dos matumbos deles.
E os asiáticos? Por serem amarelos? O que tem isso? Afinal de contas já não se trata de racismo, mas sim de xenofobia. Eles são brancos, qual é a vossa de lhes chamarem "diferentes"? Abram os olhos e vejam, com olhos de ver, quem é que está errado. Se é o ser humano e a sua espécie, ou se os constituintes dela que por sua vez não fazem jus à sua fama. Consideramo-nos reis, mesmo sabendo que somos mentalmente obsoletos ao ponto de uma simples formiga ser mais solidária do que nós.
Agora pergunto, que conclusão tiro eu disto? Que caso continuemos assim, irá haver cada vez mais guerras no mundo com o único objectivo de ser o dono absoluto do planeta e da espécie, tal como Adolf Hitler fez na Alemanhã.
Acham isso engraçado? Acham que isso vos leva a algum lado? Levar até leva, pena ser à extinção. 
E no fim, acabo por ser eu o xenófobo, pois tenho tremenda repugnância de pessoas como vocês, racistas.

segunda-feira, outubro 25, 2010

O resto do mundo.

        Quem somos nós para nos auto-denominar Reis? Quem somos nós para estragar o planeta Terra de tal forma? Quem somos nós para pensarmos que mandamos em algo que seja, quando facilmente seríamos destronados por qualquer extraterrestre que exista?
    É incrivel como o ser humano pensa ser o mais inteligente, o mais forte, o mais perfeito (...)
    Cada vez que reflicto sobre isto, sinto algo inexplicavél, algo que nunca conseguirei expressar por palavras.
    Estamos cada vez mais próximos de tirar o nosso próprio lar, a Terra.
    Ninguém, e quando digo ninguém, é mesmo ninguém dá valor ao chão que pisamos, ninguém pára no tempo para glorificar o planeta e a natureza que temos para nos servir, e muito menos se importam em servi-la. É desconfortante saber que faço parte dessas pessoas, não sendo eu melhor, nem pior, apenas mais um.
    Anseio pelo dia em que sejamos destronados de vez, e aí, só aí, iremos entender o que realmente temos estado a fazer a este 'universo'.
    Xenofobia aumenta de dia para dia, e ninguém tenta parar isso. Porque é que não podem simplesmente parar, pensar um segundo que seja, e repararem que somos todos iguais? No dia que isso acontecer, irei sentir-me extremamente feliz por nós, humanos.
    Com isto não quero parecer melhor, nem tão pouco mais inteligente que os outros, pretendo sim tentar fazer com que cada pessoa pense nisto um minuto que seja, por dia, e acreditem, iria ajudar em muito a nossa sociedade, a nossa natureza.

Nelson Loureiro 23/09/2010

A pedido dele, beijinhos às primas do Nuno.

quarta-feira, outubro 20, 2010

Meras palavras ditas por um mero miúdo.

Não sei o que quero para mim, para ti, para nós. Não sei o que dizer, o que fazer, o que ensinar nem o que aprender. Tu ensinaste-me à tua maneira, eu aprendi à minha.
Será essa a razão da infelicidade ? Não, não vale a pena arranjar desculpas. Aconteceu e está feito. Não há voltar atrás, a nossa fita está terminada, queimada e estão guardadas as cinzas. Ambos sabemos, nenhum admite. Chave do passado é o cofre do presente, momentos difíceis sem saber o que pensar.
Ouço o teu nome, mas tento manobrá-lo.
Afinal, és apenas mais uma - digo eu.
Não, não és. És a pessoa que me deu felicidade por entre as tristezas, os demais obstáculos e os existentes problemas. Fui orgulhoso por te ter, e sou orgulhoso por te ter tido. Tudo tem um fim, e o nosso chegou, com muita pena minha a nossa relação acabou. Não entristeço por ter acabado, fico feliz por ter acontecido

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Nelson Loureiro 20/10/2010

Beijinhos e abraços.

Who gives a damn?

O que faço aqui?

Ora meus amigos, é fácil!! Conto a minha vida, anexo umas imagens e sou o maior. Mas há dúvidas? Claro que não, aliás, é isso que todos os fazem. Soletram os dias da sua vida como se alguém se importasse, quando no fundo só querem ser compreendidos.

Pois é, refúgio para os mais fracos, passatempo para os mais glorificados.

Com isto tudo quero o quê? Nada. Só uso isto para ser mais um dos milhares de pseudos-escritores com a mania que sabem manobrar o português. Se eu sei? Claro que sim, melhor que uns, pior que outros... Como tudo na vida. E pronto, com isto encerro o que aparentemente não faz a minima lógica (e não é que não faz mesmo?) para vocês, mas o que faz ainda menos para mim. Limitei-me a escrever frases confusas e sem sentido enquanto vocês tentam percebe-las. Who cares?

  
Nelson Loureiro 20/10/2010






Beijinhos às primas.